Pastor Divino Edson
Divino Edson de Carvalho · nasceu em 1975
Pastor Divino Edson se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2016–2020), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Pastor Divino Edson declarou R$ 288,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 137,8 mil acima da inflação.
Declarou 7,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2024.
- Pastor Divino EdsonR$ 288,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 99,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa residencial em palmeirópolisR$ 220,9 milCasa
- Veículo automotor corola 2009R$ 54,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécie em moeda nacionalR$ 8.285Dinheiro em espécie
- Motocicleta honda bros 2004R$ 5.523Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pastor Divino Edson declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Palmeirópolis (TO) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 12,2 mil91%
- Próprio bolsoR$ 1.2039%
Para onde foi
- PessoalR$ 5.90648,5%
- Material impressoR$ 4.90040,3%
- ServiçosR$ 1.0949%
- EscritórioR$ 2732,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Palmeirópolis (TO), 2024
Pastor Divino Edson: R$ 128 por voto (mediana da disputa, R$ 93,8). Quem venceu, Professora Adélia Barros, gastou R$ 45 por voto. O voto mais caro custou R$ 456; o mais barato, R$ 45.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pastor Divino Edson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elissamara Rodrigues REPUBLICANOSR$ 16 mil · 36 votosR$ 456
- Neto Cantinho PDTR$ 10 mil · 35 votosR$ 288
- Leandra Cardoso REPUBLICANOSR$ 16 mil · 60 votosR$ 273
- Pastor Divino Edson PDTR$ 12 mil · 95 votosR$ 128
- Marilene Correia REPUBLICANOSR$ 16 mil · 159 votosR$ 103
- Pablo Coelho REPUBLICANOSR$ 10 mil · 101 votosR$ 100
- Flavio Gonçalves REPUBLICANOSR$ 14 mil · 150 votosR$ 93,8
- Hildene Macedo REPUBLICANOSR$ 16 mil · 216 votosR$ 75,8
- Marcão REPUBLICANOSR$ 10 mil · 169 votosR$ 60,3
- Sônia Damares REPUBLICANOSR$ 16 mil · 309 votosR$ 53
- Richart Parriao REPUBLICANOSR$ 11 mil · 217 votosR$ 48,6
- Professora Adélia Barros PDTR$ 11 mil · 246 votosR$ 45
Votos por real
- 2024, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.