Parsifal
Parsifal de Jesus Pontes · nasceu em 1958
Parsifal se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2010.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, eleito.
Declarou ao TSE em 2010: 51 anos, superior completo, deputado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Parsifal teve 29.863 votos para deputado estadual, 0,9% dos votos válidos do estado: 27º lugar entre 460 candidatos.
Recebeu votos em 117 cidades. Tucuruí deu 9,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Parsifal declarou R$ 3,9 mi em bens, em reais de hoje: 36 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 391,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 36 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Pará em 2010.
- ParsifalR$ 3,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 108,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 18 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Predio comercial tv. honorio jose dos santos 712R$ 618,2 milPrédio comercial
- Predio comercial rua jose neres TORRES.21 tucurui-paR$ 618,2 milPrédio comercial
- Apartamento 702. edf. ana lauraR$ 494,5 milApartamento
- BanparaR$ 396 milConta corrente no país
- Bradesco, S/AR$ 392,5 milConta corrente no país
- Apartamento 1203. edf. rio senaR$ 222,5 milApartamento
- Apartamento rio sena 1303R$ 222,5 milApartamento
- Saldo em VGBL bradesco vida e previdenciaR$ 187,5 milPrevidência VGBL
- Chevrolet zafira 2005R$ 123,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Sala comercial 407. edf. empire centerR$ 111,3 milSala ou conjunto
- Sala comercial 405R$ 111,3 milSala ou conjunto
- Sala comercial 912-B.EDF. centro empresarial encou…R$ 111,3 milSala ou conjunto
- Bradesco capitalizaçãoR$ 104,2 milConta corrente no país
- Bradesco primeR$ 85,6 milConta corrente no país
- Banco do brasilR$ 69,4 milConta corrente no país
- Automovel berlingoR$ 69,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Bradesco.s.aR$ 2.473Conta corrente no país
- Bradesco. S/AR$ 2Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Parsifal declarou ao TSE R$ 2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 1 milhão.
Campanha a campanha
2010 · Deputado estadual · Pará · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 612 mil99,1%
- EmpresasR$ 5.6200,9%
Para onde foi
- PessoalTudo de Consterp Construção Terraplanagem E Projetos LtdaR$ 48,9 mil7,9%
- RepassesTudo de 15100 - Parsifal De Jesus Pontes - Deputado EstadualR$ 36,6 mil5,9%
- EventosR$ 7.0861,1%
- OutrosR$ 5.6200,9%
- EscritórioR$ 3540,1%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pará, 2010
Mediana da disputa: R$ 29,3 por voto. Quem venceu, Bordalo, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 13,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Samara Alegria REPUBLICANOSR$ 946 mil · 5.362 votosR$ 176
- Bel Mesquita MDBR$ 1,5 milhão · 15.319 votosR$ 100
- Celso Sabino PLR$ 1,8 milhão · 19.140 votosR$ 92,7
- Alessandro Novelino MOBILIZAR$ 2 milhão · 23.389 votosR$ 84,8
- Valdir Ganzer PTR$ 2,7 milhões · 37.463 votosR$ 71,7
- Valmir Da Integral PDTR$ 653 mil · 13.084 votosR$ 49,9
- Mario Moreira PTBR$ 1,2 milhão · 24.322 votosR$ 49,6
- Milton Zimmer PTR$ 1 milhão · 22.906 votosR$ 44
- Suely PTR$ 811 mil · 20.009 votosR$ 40,5
- João Salame CIDADANIAR$ 856 mil · 22.127 votosR$ 38,7
- Luiz Rebelo PPR$ 1,4 milhão · 36.652 votosR$ 38,1
- Airton Faleiro PTR$ 1,2 milhão · 32.893 votosR$ 37,4
- Regina Barata PTR$ 729 mil · 19.641 votosR$ 37,1
- Luiz Sefer PPR$ 675 mil · 19.823 votosR$ 34,1
- Luzineide PLR$ 984 mil · 32.435 votosR$ 30,3
- Cassio Andrade PSBR$ 743 mil · 25.414 votosR$ 29,3
- Josefina MDBR$ 824 mil · 28.544 votosR$ 28,9
- Raimundo Santos PLR$ 654 mil · 23.250 votosR$ 28,1
- Sidney Rosa PSDBR$ 1,2 milhão · 48.931 votosR$ 23,5
- Megale PSDBR$ 937 mil · 40.090 votosR$ 23,4
- Tião Miranda PTBR$ 913 mil · 41.193 votosR$ 22,2
- Bernadete PTR$ 688 mil · 33.736 votosR$ 20,4
- Martinho Carmona MDBR$ 876 mil · 43.457 votosR$ 20,2
- Eduardo Costa PTBR$ 625 mil · 32.458 votosR$ 19,2
- Júnior Ferrari PTBR$ 829 mil · 43.279 votosR$ 19,2
- Alexandre Von PSDBR$ 772 mil · 44.837 votosR$ 17,2
- Simone Morgado MDBR$ 868 mil · 50.946 votosR$ 17
- Márcio Miranda DEMR$ 995 mil · 67.530 votosR$ 14,7
- Cilene Couto PSDBR$ 625 mil · 43.924 votosR$ 14,2
- Bordalo PTR$ 619 mil · 45.075 votosR$ 13,7
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 51 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 58 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.