Apuração
Vereador · 2016 · PROS

Pardin

Sinvaldo Pereira Pardin · nasceu em 1955

Pardin se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,35← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2016PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2008), PROS (2016).

VereadorPartidoMDBPROS20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PROS 90123· direita
    suplente55 votos
  2. 2008
    MDB 15789· centro
    suplente35 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Pardin declarou R$ 431,4 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 75,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 431,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 265.500 na declaração)

Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.

  • PardinR$ 431,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 431,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Terreno urbanoR$ 292,4 mil
    Terreno
  2. Terreno urbano de 720M²R$ 65 mil
    Terreno
  3. Automovel fiat/unoR$ 35,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Terreno urbano de 450M²R$ 32,5 mil
    Terreno
  5. Motocicleta honda bisR$ 5.686
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Pardin declarou ao TSE R$ 7,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Reserva do Cabaçal (MT) · PROS · suplente

De onde veio

R$ 3.026
32% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.026.
  1. Próprio bolsoR$ 1.33644,1%
  2. Outros candidatosR$ 1.04334,5%
  3. Fundo partidárioR$ 64821,4%

Para onde foi

R$ 3.026
O maior gasto foi com transporte: 33% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.026.
  1. TransporteR$ 1.01033,4%
  2. PessoalR$ 72924,1%
  3. ServiçosR$ 64821,4%
  4. Material impressoR$ 64021,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Reserva do Cabaçal (MT), 2016

Mediana da disputa: R$ 117 por voto. Quem venceu, Barreto, gastou R$ 76,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 271; o mais barato, R$ 64,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Renata Toniolo PSCR$ 11 mil · 41 votosR$ 271
  • Dalva Gatti MDBR$ 4,9 mil · 26 votosR$ 188
  • Romilso MDBR$ 7,3 mil · 40 votosR$ 183
  • Fumim PSDR$ 17 mil · 93 votosR$ 180
  • Nenza PSDR$ 13 mil · 87 votosR$ 154
  • Jair Reis PSDR$ 11 mil · 73 votosR$ 145
  • Clovis MDBR$ 11 mil · 92 votosR$ 117
  • Pedro Paulino MDBR$ 14 mil · 122 votosR$ 112
  • Nildão PSDR$ 13 mil · 120 votosR$ 106
  • Barreto MDBR$ 7,3 mil · 95 votosR$ 76,7
  • Nenen Alemão PDTR$ 5,3 mil · 78 votosR$ 67,7
  • João Dimas MDBR$ 5,8 mil · 90 votosR$ 64,4

Votos por real

  • 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 8,4 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.