Pampanelli
José Luiz Pampanelli Aguiar · nasceu em 1952
Pampanelli se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 56 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Espírito SantoPT 13999· centro-esquerdasuplente879 votos; 186º mais votado de 354 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Pampanelli teve 879 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 186º lugar entre 354 candidatos.
Recebeu votos em 17 cidades. Guarapari deu 92,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Pampanelli declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 20 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2008.
- PampanelliR$ 188,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 161,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Pampanelli declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 58 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Guarapari (ES) · PT · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 36,7 mil63,7%
- PartidoR$ 11,9 mil20,7%
- PessoasR$ 5.83410,1%
- Próprio bolsoR$ 2.7474,8%
- EmpresasR$ 4020,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 22,6 mil39,3%
- ServiçosR$ 16 mil27,8%
- Material impressoR$ 12,2 mil21,1%
- OutrosR$ 6.44711,2%
- EscritórioR$ 3350,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Guarapari (ES), 2008
Pampanelli: R$ 121 por voto (mediana da disputa, R$ 42,5). Quem venceu, Benigno Maioli, gastou R$ 41,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 31,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pampanelli. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pampanelli PTR$ 58 mil · 475 votosR$ 121
- Chiquinho Do Pratão Capixaba CIDADANIAR$ 36 mil · 512 votosR$ 69,3
- Lincoln PVR$ 41 mil · 726 votosR$ 56,1
- Anselmo Bigossi PTBR$ 64 mil · 1.169 votosR$ 55,1
- Dantas PRPR$ 65 mil · 1.440 votosR$ 44,9
- Luiz Rosa PLR$ 34 mil · 765 votosR$ 44,2
- @Guimael PSCR$ 37 mil · 873 votosR$ 42,5
- Benigno Maioli PSDBR$ 63 mil · 1.504 votosR$ 41,9
- Capitão Bonfim MDBR$ 39 mil · 1.071 votosR$ 36,3
- Afonso Do Tigrão PSDBR$ 42 mil · 1.267 votosR$ 33,4
- Wanderlei Astori PDTR$ 37 mil · 1.134 votosR$ 32,6
- Gedson Merizio PHSR$ 37 mil · 1.164 votosR$ 31,8
Votos por real
- 2008, vereador: 8,3 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 76 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.