Palitó
José Ronaldo Palitot · nasceu em 1957
Palitó disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Candeias do Jamari (RO)), pelo PL: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 47 anos, superior incompleto, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Palitó declarou ao TSE R$ 171 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Candeias do Jamari (RO) · PL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 93,2 mil54,6%
- TransporteR$ 66,1 mil38,7%
- EventosR$ 11,4 mil6,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Candeias do Jamari (RO), 2004
Palitó: R$ 113 por voto (mediana da disputa, R$ 47,5). Quem venceu, Chico Pernambuco, gastou R$ 47,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Palitó. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Palitó PLR$ 171 mil · 1.508 votosR$ 113
- Dinho PSDBR$ 104 mil · 2.120 votosR$ 48,9
- Chico Pernambuco PDTR$ 159 mil · 3.336 votosR$ 47,5
- Wanderley Do Pt PTR$ 3,8 mil · 297 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2004, prefeito: 8,8 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.