Apuração
Vereador · 2008 · PC do B

Paizim

Francisco Macejana da Silva Neto · nasceu em 1973

Paizim disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Porto (PI)), pelo PC do B: eleito.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,57← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPC do B2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 35 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Porto (PI)
    PC do B 65555· esquerda
    eleito228 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Paizim declarou R$ 94,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.

R$ 94,4 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 35.000 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2008.

  • PaizimR$ 94,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 70,1 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 94,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Paizim declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Porto (PI) · PC do B · eleito

De onde veio

R$ 6.862
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.862.
  1. Próprio bolsoR$ 6.13989,5%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 72310,5%

Para onde foi

R$ 6.862
O maior gasto foi com outros: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.862.
  1. Outros4 pessoas, não nomeadasR$ 4.73969,1%
  2. TransporteTudo de Comercio Carvalho LtdaR$ 1.65524,1%
  3. Material impressoTudo de Editora E Grafica Imprime LtdaR$ 4696,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto (PI), 2008

Paizim: R$ 30,1 por voto (mediana da disputa, R$ 52). Quem venceu, Manin, gastou R$ 27,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 27,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paizim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Chaguinha PC do BR$ 7,5 mil · 66 votosR$ 113
  • Nisael PC do BR$ 5,9 mil · 57 votosR$ 104
  • João Paulo Do Pt PTR$ 11 mil · 153 votosR$ 70,3
  • Ivan PC do BR$ 6,6 mil · 96 votosR$ 68,8
  • Sara PC do BR$ 7,5 mil · 137 votosR$ 55
  • Dário Kardeck PTBR$ 19 mil · 351 votosR$ 54,8
  • Rosario Costa MDBR$ 5,8 mil · 111 votosR$ 52
  • Toin PTBR$ 7,4 mil · 163 votosR$ 45,7
  • Hortiza PSBR$ 13 mil · 340 votosR$ 38,5
  • Raimundo Do Pt PTR$ 6 mil · 169 votosR$ 35,8
  • Paizim PC do BR$ 6,9 mil · 228 votosR$ 30,1
  • Manin PC do BR$ 7 mil · 257 votosR$ 27,4

Votos por real

  • 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.