Pagode
Gilmar Gayeski · nasceu em 1971
Pagode se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PSB (2004), PRP (2012), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pagode declarou R$ 180,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 1,8 mi, já descontada a inflação.
Declarou 21% da mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2016.
- PagodeR$ 180,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 843 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 25 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Terreno rua anita garibalde matriculo 4934 525 M2 com uma…R$ 37,5 milTerreno
- Lote urbando 600M2 matricula 4634R$ 24,4 milTerreno
- Lote urbando 600M2 matricula 4633R$ 24,4 milTerreno
- Terreno rua anita garibalde matriculo 4935 525 M2R$ 16,1 milTerreno
- 50% Chacara 18 com 7R$ 6.742Terreno rural
- 50% Chacara 10 com 7R$ 6.007Terreno rural
- 50% Chacara 09 com 7R$ 5.407Terreno rural
- 50% Chacara 51 com 7R$ 5.150Terreno rural
- 50% Chacara 07 com 7R$ 4.991Terreno rural
- 50% Chacara 05 com 7R$ 4.874Terreno rural
- 50% Chacara 19 com 7R$ 4.874Terreno rural
- 50% Chacara 23 com 7R$ 4.305Terreno rural
- 50% Chacara 06 com 7R$ 4.062Terreno rural
- 50% Chacara 41 com 7R$ 4.062Terreno rural
- 50% Chacara 28 com 7R$ 3.249Terreno rural
- 50% Chacara 04 com 7R$ 2.950Terreno rural
- 50% Chacara 40 com 7R$ 2.518Terreno rural
- 50% Chacara 17 com 7R$ 2.437Terreno rural
- 50% Chacara 15 com 7R$ 2.437Terreno rural
- 50% Chacara 01 com 7R$ 2.437Terreno rural
- 50% Chacara 03 com 7R$ 2.437Terreno rural
- 50% Chacara 39 com 7R$ 2.432Terreno rural
- 50% Chacara 02 com 7R$ 2.315Terreno rural
- 50% Chacara 16 com 7R$ 2.315Terreno rural
- 50% Chacara 27 com 7R$ 2.271Terreno rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pagode declarou ao TSE R$ 194 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 114 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Juruena (MT) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 45,3 mil56,9%
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 34,4 mil43,1%
Para onde foi
- OutrosR$ 1.7262,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6480,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Juruena (MT), 2016
Pagode: R$ 85,7 por voto (mediana da disputa, R$ 22,3). Quem venceu, Sandra Crozetta, gastou R$ 22,3 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pagode. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pagode PSDBR$ 80 mil · 930 votosR$ 85,7
- Sandra Crozetta PROSR$ 78 mil · 3.491 votosR$ 22,3
Votos por real
- 2016, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 315 votos por R$ 1.000, 21 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.