Padre Mário
Mario Roberto Rodrigues Faria · nasceu em 1961
Padre Mário disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Fernandópolis (SP)), pelo CIDADANIA: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 43 anos, superior incompleto, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Padre Mário declarou ao TSE R$ 64 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Fernandópolis (SP) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteTudo de Petrofer Auto Posto LtdaR$ 3.2585,1%
- OutrosR$ 2.2283,5%
- PessoalR$ 2.0103,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Fernandópolis (SP), 2004
Padre Mário: R$ 30 por voto (mediana da disputa, R$ 30). Quem venceu, Rui Okuma, gastou R$ 38,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 41,3; o mais barato, R$ 2,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Padre Mário. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Farinazzo PSDBR$ 427 mil · 10.327 votosR$ 41,3
- Rui Okuma PPR$ 493 mil · 12.826 votosR$ 38,4
- Padre Mário CIDADANIAR$ 64 mil · 2.122 votosR$ 30
- Santa Rosa PSCR$ 23 mil · 10.877 votosR$ 2,10
Votos por real
- 2004, prefeito: 33 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.