Padre Genario
Genario Medrado dos Santos · nasceu em 1966
Padre Genario disputou uma eleição, em 2020, para prefeito (Gongogi (BA)), pelo PT: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Padre Genario declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, em reais de hoje, 88% de dinheiro público.
2020 · Prefeito · Gongogi (BA) · PT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores - Bahia - Ba - EstadualR$ 43,1 mil88,4%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 5.66111,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Gongogi (BA), 2020
Padre Genario: R$ 221 por voto (mediana da disputa, R$ 13,9). Quem venceu, Adriano Mendonça, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 11,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Padre Genario. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Padre Genario PTR$ 43 mil · 195 votosR$ 221
- Kaçulo PLR$ 22 mil · 1.614 votosR$ 13,9
- Adriano Mendonça PSDR$ 22 mil · 1.988 votosR$ 11,2
Votos por real
- 2020, prefeito: 4,5 votos por R$ 1.000, 6% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.