Padre Gê
Geraldo da Silva Macedo · nasceu em 1958
Padre Gê se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2006), MDB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 54 anos, superior completo, prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado federal · Minas GeraisMOBILIZA 3300· centro-direitanão eleito19.437 votos; 107º mais votado de 528 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Padre Gê teve 19.437 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 107º lugar entre 528 candidatos.
Recebeu votos em 229 cidades. Diamantina deu 23,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Padre Gê declarou R$ 394,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 364,6 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.
- Padre GêR$ 394,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Padre Gê declarou ao TSE R$ 961 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 676 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Diamantina (MG) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas68 pessoas, não nomeadasR$ 455,9 mil67,4%
- Próprio bolsoR$ 119,5 mil17,7%
- Fundo partidárioTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 65 mil9,6%
Para onde foi
- Pessoal213 pessoas, não nomeadasR$ 329,9 mil48,8%
- Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 54,2 mil8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 15,2 mil2,2%
- EventosR$ 2.2700,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Diamantina (MG), 2012
Padre Gê: R$ 58,1 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Padre Gê MDBR$ 676 mil · 11.625 votosR$ 58,1
Votos por real
- 2012, prefeito: 17 votos por R$ 1.000.
- 2008, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 380 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.