Padre Ernesto
Ernesto Pedro de Oliveira Rosa · nasceu em 1971
Padre Ernesto disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Américo de Campos (SP)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 33 anos, superior completo, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Padre Ernesto declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Américo de Campos (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 30,6 mil64,9%
- Próprio bolsoR$ 590,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Américo de Campos (SP), 2004
Padre Ernesto: R$ 29,1 por voto (mediana da disputa, R$ 29,1). Quem venceu, Cesar Gil, gastou R$ 39,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 39,2; o mais barato, R$ 28,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Padre Ernesto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cesar Gil PLR$ 86 mil · 2.189 votosR$ 39,2
- Padre Ernesto PSDBR$ 47 mil · 1.620 votosR$ 29,1
- Estevinho PRPR$ 6,6 mil · 230 votosR$ 28,7
Votos por real
- 2004, prefeito: 34 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.