Padre Djalma
Djalma Correia de Lima · nasceu em 1960
Padre Djalma se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, superior completo, pecuarista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Padre Djalma declarou R$ 3,2 mi em bens, em reais de hoje: 9,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco.
Declarou 9,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Pernambuco em 2008.
- Padre DjalmaR$ 3,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 326,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 440,1 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 1500 BovinosR$ 2,4 miBens rurais e animais
- Casa residencial localizada na vila canarinho S/NR$ 539,3 milImóveis
- Propriedade denominada pau ferroR$ 139,4 milOutros
- 60 AsininosR$ 113,2 milOutros
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Padre Djalma declarou ao TSE R$ 190 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Quipapá (PE) · PC do B · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 114,1 mil60,2%
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 33,5 mil17,7%
- PartidoR$ 2.6771,4%
Para onde foi
- EscritórioR$ 1820,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Quipapá (PE), 2008
Padre Djalma: R$ 45,7 por voto (mediana da disputa, R$ 45,7). Quem venceu, Reginaldo Machado, gastou R$ 25,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 25,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Padre Djalma. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Melânia MDBR$ 8,2 mil · 59 votosR$ 139
- Padre Djalma PC do BR$ 190 mil · 4.152 votosR$ 45,7
- Reginaldo Machado PSBR$ 173 mil · 6.807 votosR$ 25,5
Votos por real
- 2008, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.