Padre Antonio Carlos
Antonio Carlos da Silva · nasceu em 1969
Padre Antonio Carlos disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Urubici (SC)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Padre Antonio Carlos declarou R$ 62 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 12% da mediana dos candidatos a prefeito em Santa Catarina em 2008.
- Padre Antonio CarlosR$ 62 mil
- Mediana dos candidatosR$ 505,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 539,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Padre Antonio Carlos declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Urubici (SC) · PT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 17,4 mil89%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.14211%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Urubici (SC), 2008
Padre Antonio Carlos: R$ 10,9 por voto (mediana da disputa, R$ 11,9). Quem venceu, Adilson, gastou R$ 17,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 17,1; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Padre Antonio Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adilson MDBR$ 52 mil · 3.036 votosR$ 17,1
- Antonio Zilli PSDBR$ 30 mil · 2.522 votosR$ 11,9
- Padre Antonio Carlos PTR$ 10 mil · 934 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2008, prefeito: 92 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.