Padre
Almir Magalhães · nasceu em 1962
Padre se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 46 anos, ensino médio, operador de aparelhos de produção industrial. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Padre declarou R$ 87,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- PadreR$ 87,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Padre declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 22 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · São Joaquim da Barra (SP) · PT · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 18,7 mil84,6%
- PartidoR$ 3.30414,9%
- PessoasR$ 1070,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 14,6 mil65,8%
- OutrosR$ 3.41115,4%
- PessoalR$ 2.73112,3%
- TransporteR$ 1.3396,1%
- EscritórioR$ 750,3%
Quanto custou cada voto: vereador, São Joaquim da Barra (SP), 2008
Padre: R$ 33,6 por voto (mediana da disputa, R$ 34,3). Quem venceu, Rodrigo Nicolau, gastou R$ 17,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 101; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Padre. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mário Ide PSDBR$ 37 mil · 370 votosR$ 101
- João Da Mata DEMR$ 11 mil · 181 votosR$ 61
- Walter Martins MDBR$ 31 mil · 570 votosR$ 55
- Zélia DEMR$ 29 mil · 548 votosR$ 53,8
- Prof. Dejaime PTR$ 47 mil · 1.135 votosR$ 41,2
- Dudu Fortes CIDADANIAR$ 41 mil · 1.167 votosR$ 35,2
- Lourival Andrioli MDBR$ 14 mil · 400 votosR$ 34,3
- Padre PTR$ 22 mil · 658 votosR$ 33,6
- Pedro Nardelli PTBR$ 26 mil · 804 votosR$ 31,9
- Cidoca Do Orlandinho MDBR$ 14 mil · 659 votosR$ 20,7
- Rodrigo Nicolau PTR$ 16 mil · 958 votosR$ 17,2
- Dr. Rangel MDBR$ 10 mil · 636 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.