Pacheco
Wanderley Rodrigues de Souza · nasceu em 1958
Pacheco disputou uma eleição, em 2016, para vereador (General Salgado (SP)), pelo PV: eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 58 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pacheco declarou R$ 170 mil em bens, em reais de hoje: 7,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 7,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- PachecoR$ 170 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Pacheco declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · General Salgado (SP) · PV · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.29551%
- Próprio bolsoR$ 1.13344,6%
- Outros candidatosR$ 1104,3%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.29551%
- TransporteTudo de General Comercio De Combustivel LtdaR$ 1987,8%
Quanto custou cada voto: vereador, General Salgado (SP), 2016
Pacheco: R$ 12,6 por voto (mediana da disputa, R$ 15,6). Quem venceu, Tota, gastou R$ 7,34 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,1; o mais barato, R$ 7,34.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pacheco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lelu PSLR$ 1,8 mil · 31 votosR$ 59,1
- Jorge Viana PLR$ 3,1 mil · 78 votosR$ 40,3
- Mancini PTR$ 3,6 mil · 190 votosR$ 19
- Ivo Guimarães DEMR$ 3,2 mil · 169 votosR$ 18,7
- Ramiro PLR$ 4,6 mil · 268 votosR$ 17,2
- Wesley Do Escritorio REPUBLICANOSR$ 2,2 mil · 134 votosR$ 16,1
- Adriano Do Jornal PRPR$ 3,4 mil · 220 votosR$ 15,6
- Valdir Nunes PLR$ 1,9 mil · 148 votosR$ 12,9
- Pacheco PVR$ 2,5 mil · 201 votosR$ 12,6
- Marcão Professor PTBR$ 4,6 mil · 371 votosR$ 12,4
- Moranga MDBR$ 1,9 mil · 155 votosR$ 12,2
- Tota PODER$ 3 mil · 413 votosR$ 7,34
Votos por real
- 2016, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.