Apuração
Vereador · 2008 · PSC

Pacheco

Jose Pacheco Barbosa · nasceu em 1948

Pacheco disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Planaltina (GO)), pelo PSC: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSC2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 60 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Planaltina (GO)
    PSC 20010· direita
    eleito445 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Pacheco declarou R$ 350,5 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 350,5 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 130.000 na declaração)

Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.

  • PachecoR$ 350,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 350,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Pacheco declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Planaltina (GO) · PSC · eleito

De onde veio

R$ 23,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,6 mil.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 17,6 mil74,6%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para VereadorR$ 5.56123,5%
  3. Outros candidatosR$ 4341,8%

Para onde foi

R$ 23,6 mil
O maior gasto foi com outros: 92% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 23,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de J.I.F Comercio De Combustiveis LtdaR$ 1.7547,4%
  2. EscritórioR$ 1200,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Planaltina (GO), 2008

Pacheco: R$ 53,1 por voto (mediana da disputa, R$ 53,1). Quem venceu, Pastor André, gastou R$ 27,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 27,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pacheco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Wellen PSLR$ 24 mil · 131 votosR$ 183
  • Lucio PSDBR$ 55 mil · 529 votosR$ 105
  • Queiroz Bombeiro MDBR$ 24 mil · 241 votosR$ 99
  • Anderson PDTR$ 32 mil · 348 votosR$ 91,9
  • Nivaldo Brasilinha 17 PSLR$ 35 mil · 496 votosR$ 69,9
  • Juninho PSCR$ 27 mil · 468 votosR$ 56,8
  • Pacheco PSCR$ 24 mil · 445 votosR$ 53,1
  • Victor PSDBR$ 28 mil · 580 votosR$ 49
  • Adalberto PTBR$ 31 mil · 683 votosR$ 45,3
  • Junior Sintetico PSLR$ 29 mil · 810 votosR$ 36,4
  • Carlinhos PSDBR$ 32 mil · 917 votosR$ 35
  • Pastor André REPUBLICANOSR$ 24 mil · 888 votosR$ 27,3

Votos por real

  • 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.