Pacheco
Mauricio da Silva Pacheco · nasceu em 1974
Pacheco se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PDT (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 33 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Pacheco declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Caiana (MG) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 3.45380,9%
- Próprio bolsoR$ 81519,1%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.30330,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Caiana (MG), 2004
Pacheco: R$ 8,50 por voto (mediana da disputa, R$ 10,5). Quem venceu, Sebastião Sales, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,8; o mais barato, R$ 8,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Pacheco. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elson PDTR$ 47 mil · 1.056 votosR$ 44,8
- Sebastião Sales MDBR$ 17 mil · 1.633 votosR$ 10,5
- Pacheco PSDBR$ 4,3 mil · 502 votosR$ 8,50
Votos por real
- 2004, prefeito: 118 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.