Otaviano Paim Ardenghi
nasceu em 1965
Otaviano Paim Ardenghi disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Lajeado do Bugre (RS)), pelo PT: eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 39 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Otaviano Paim Ardenghi declarou ao TSE R$ 7,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Lajeado do Bugre (RS) · PT · eleito
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3.25843%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 2.98139,4%
- EmpresasTudo de Indústria Gráfica Palmeira LtdaR$ 1.33617,6%
Para onde foi
- OutrosR$ 3.25843,2%
- Material impressoR$ 1.33617,7%
- EventosTudo de Adriano Augusto Wagner -MeR$ 1.10814,7%
- EscritórioR$ 230,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Lajeado do Bugre (RS), 2004
Otaviano Paim Ardenghi: R$ 11 por voto (mediana da disputa, R$ 11).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dirceu Peres Da Silva PSBR$ 8,5 mil · 602 votosR$ 14,2
- Otaviano Paim Ardenghi PTR$ 7,5 mil · 684 votosR$ 11
Votos por real
- 2004, prefeito: 91 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.