Osmani
Osmani da Silva Barbosa · nasceu em 1949
Osmani se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 63 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulPDT 1255· centro-esquerdasuplente12.098 votos; 81º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Osmani teve 12.098 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 81º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 263 cidades. Tramandaí deu 35,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Osmani declarou R$ 534,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 34,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2012.
- OsmaniR$ 534,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 528,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 598,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa em alvenaria residencialR$ 381,7 milCasa
- Automovel logan sedan expression 1.0 16V. flexR$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasil S/A AG.2733-2 / conta 35033-8R$ 30,3 milCaderneta de poupança
- Banco do brasil S/A c/c ag. 2733-2R$ 27,5 milConta corrente no país
- Banco do estado do rgs S/A ag. 0943 conta 35033360-0-2R$ 11,9 milConta corrente no país
- Banco do estado do rgs S/A ag 0943R$ 2.296Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Osmani declarou ao TSE R$ 183 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 113 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Tramandaí (RS) · PDT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- RepassesTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 1.9289,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Tramandaí (RS), 2012
Osmani: R$ 1,96 por voto (mediana da disputa, R$ 19,8). Quem venceu, Edegar Rapaki, gastou R$ 35,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 64,8; o mais barato, R$ 1,96.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Osmani. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Aline Sessim REPUBLICANOSR$ 166 mil · 2.567 votosR$ 64,8
- Edegar Rapaki MDBR$ 386 mil · 10.786 votosR$ 35,8
- Marcelo Abreu PSOLR$ 3,2 mil · 162 votosR$ 19,8
- Osmani PDTR$ 20 mil · 9.959 votosR$ 1,96
Votos por real
- 2012, prefeito: 565 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 33 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 424 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.