Orlando Barbosa
Orlando Barbosa de Faria · nasceu em 1945
Orlando Barbosa se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, ensino médio, pecuarista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Orlando Barbosa declarou R$ 3,7 mi em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.
Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- Orlando BarbosaR$ 3,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 10 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 653 Hectares estrada tamaranaR$ 2,7 miBens rurais e animais
- 150 Cabeças de gado de corteR$ 343,8 milBens rurais e animais
- Imovel residencia em goianiaR$ 269,6 milImóveis
- Imovel residencial em cahoeira altaR$ 269,6 milImóveis
- Automovel polo classic ano 2000R$ 53,9 milVeículos, barcos e aeronaves
- 3 Cabeças de touros reprodutoresR$ 27 milBens rurais e animais
- 8 Cabeças de equinosR$ 27 milBens rurais e animais
- Motocicleta suzuki 125 ano 2008R$ 16,7 milVeículos, barcos e aeronaves
- 15 Cabeças de porcos de corteR$ 13,5 milBens rurais e animais
- 30 Cabeças de caneiro de corteR$ 8.089Bens rurais e animais
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Orlando Barbosa declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 67 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Nova Bandeirantes (MT) · PDT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 94265,4%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 40227,9%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 966,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Bandeirantes (MT), 2008
Mediana da disputa: R$ 99,4 por voto. Quem venceu, Jairo, gastou R$ 34,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 363; o mais barato, R$ 34,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Liriam Da Radio PTR$ 6,2 mil · 17 votosR$ 363
- Rita Setor Prainha PTR$ 5,4 mil · 15 votosR$ 360
- Amadeu Conrado PTR$ 13 mil · 66 votosR$ 201
- Joel Do Assentamento PTR$ 11 mil · 88 votosR$ 127
- Joaozão Do Onibus PTR$ 8,7 mil · 72 votosR$ 121
- Venancio Da Barraquinha PTR$ 5,4 mil · 47 votosR$ 114
- Valdir Motorista PTR$ 12 mil · 121 votosR$ 99,4
- Diogenes Correa PTR$ 8,7 mil · 95 votosR$ 91,5
- Jovenil Lara PTR$ 5,4 mil · 63 votosR$ 85,8
- Fumaça PPR$ 6,2 mil · 74 votosR$ 83,4
- Jeremias PPR$ 7,4 mil · 200 votosR$ 36,9
- Jairo PTR$ 5,4 mil · 157 votosR$ 34,4
Votos por real
- 2008, vereador: 227 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.