Apuração
Vereador · 2016 · PT

Diogenes Correa

nasceu em 1973

Diogenes Correa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012PT2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    PT 13013· centro-esquerda
    suplente
  3. 2008
    PT 13013· centro-esquerda
    suplente
  4. 2004
    PT 13013· centro-esquerda· na urna, Diogenes
    eleito115 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Diogenes Correa declarou R$ 344,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 224 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 344,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 212.000 na declaração)

Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.

  • Diogenes CorreaR$ 344,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 344,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Diogenes Correa declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 8,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Nova Bandeirantes (MT) · PT · suplente

De onde veio

R$ 5.510
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.510.
  1. Próprio bolsoR$ 3.13356,9%
  2. PessoasR$ 2.23440,6%
  3. Outros candidatosR$ 1422,6%

Para onde foi

R$ 5.432
O maior gasto foi com transporte: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.432.
  1. TransporteR$ 3.05556,2%
  2. ServiçosR$ 2.23441,1%
  3. Material impressoR$ 1422,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Nova Bandeirantes (MT), 2016

Mediana da disputa: R$ 67,7 por voto. Quem venceu, Marino, gastou R$ 42,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 236; o mais barato, R$ 42,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.