Ondumar Maraba
Ondumar Ferreira Borges · nasceu em 1965
Ondumar Maraba se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2014, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2014 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PSC.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2014: 49 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014Deputado estadual · BahiaPSC 20111· direitavotos anulados pela Justiça Eleitoral0 votos; 574º mais votado de 578 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Ondumar Maraba teve 0 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 574º lugar entre 578 candidatos.
Recebeu votos em 0 cidades..
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Ondumar Maraba declarou R$ 610,8 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2014, o total subiu R$ 457,5 mil acima da inflação.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual na Bahia em 2014.
- Ondumar MarabaR$ 610,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 110,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ondumar Maraba declarou ao TSE R$ 68 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 52 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Luís Eduardo Magalhães (BA) · PSC · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para VereadorR$ 43,3 mil82,9%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 8.66416,6%
- Próprio bolsoR$ 1560,3%
- EmpresasR$ 1410,3%
Para onde foi
- Pessoal17 pessoas, não nomeadasR$ 36,9 mil70,6%
- EscritórioR$ 13< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Luís Eduardo Magalhães (BA), 2012
Ondumar Maraba: R$ 56,7 por voto (mediana da disputa, R$ 83,1). Quem venceu, Sidnei, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 239; o mais barato, R$ 27,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ondumar Maraba. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Candido Trilha PODER$ 90 mil · 378 votosR$ 239
- Prof. Nestor REPUBLICANOSR$ 24 mil · 151 votosR$ 156
- Jarbas PHSR$ 62 mil · 455 votosR$ 137
- Eudes Da Contabilidade PSCR$ 23 mil · 177 votosR$ 132
- Cleide Bosa PSDR$ 33 mil · 335 votosR$ 97,4
- Edivan Do Tributos PSBR$ 26 mil · 310 votosR$ 83,1
- Cabo Carlos MDBR$ 75 mil · 907 votosR$ 82,6
- Ondumar Maraba PSCR$ 52 mil · 922 votosR$ 56,7
- Alaidio PSDR$ 26 mil · 494 votosR$ 53,5
- Sidnei PPR$ 35 mil · 1.246 votosR$ 27,8
Votos por real
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.