Olindo de Campos
nasceu em 1957
Olindo de Campos se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Olindo de Campos declarou R$ 301,5 mil em bens, em reais de hoje: 5,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 144,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Olindo de CamposR$ 301,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Olindo de Campos declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ibirubá (RS) · PT · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 2.23638,2%
- PessoasR$ 2.19637,6%
- Próprio bolsoR$ 1.41524,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.43075,8%
- ServiçosR$ 1.41524,2%
- EscritórioR$ 3< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Ibirubá (RS), 2020
Olindo De Campos: R$ 25,5 por voto (mediana da disputa, R$ 22,9). Quem venceu, Gesmari Jandrey, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 441; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Olindo De Campos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Milton Santos PSBR$ 5,7 mil · 13 votosR$ 441
- Sirlei Solange PLR$ 5,7 mil · 18 votosR$ 314
- Patricia Sandri DEMR$ 12 mil · 287 votosR$ 40,3
- Marcal Jacobi DEMR$ 5,8 mil · 171 votosR$ 33,7
- Professora Jussara Rodrigues PTR$ 9,2 mil · 319 votosR$ 29
- Olindo De Campos PTR$ 5,8 mil · 229 votosR$ 25,5
- Dileta Pavao Das Chagas PPR$ 9,9 mil · 432 votosR$ 22,9
- Infrid Bohrz (Schuma) MDBR$ 5 mil · 266 votosR$ 18,8
- Canja PPR$ 7,3 mil · 400 votosR$ 18,2
- Giovani Diesel PPR$ 5,4 mil · 429 votosR$ 12,5
- Lani MDBR$ 5,6 mil · 507 votosR$ 11,1
- Gesmari Jandrey PPR$ 6,9 mil · 678 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2020, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.