Olidio
Olidio Pedro Bortolas · nasceu em 1936
Olidio disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (Santa Carmem (MT)), pelo PSDB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 79 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Olidio declarou ao TSE R$ 64 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Prefeito · Santa Carmem (MT) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 61 mil95%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.2385%
Para onde foi
- Pessoal26 pessoas, não nomeadasR$ 28,1 mil43,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1620,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santa Carmem (MT), 2016
Olidio: R$ 54,8 por voto (mediana da disputa, R$ 54,8). Quem venceu, Rodrigo Do Posto, gastou R$ 85,2 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Olidio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Rodrigo Do Posto PSDR$ 139 mil · 1.634 votosR$ 85,2
- Olidio PSDBR$ 64 mil · 1.174 votosR$ 54,8
Votos por real
- 2016, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.