Oci
Maria Auxiliadora Nunes da Silva de Sá · nasceu em 1962
Oci se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008.
Passou por 3 partidos: PDT (2004), PSDB (2008–2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputada federal · ParáPSDB 4561· centro-direitasuplente2.342 votos; 55º mais votada de 118 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Oci teve 2.342 votos para deputada federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 55º lugar entre 118 candidatos.
Recebeu votos em 132 cidades. Pau D'arco deu 20,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 70,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Oci declarou R$ 313,6 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 127,5 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2016.
- OciR$ 313,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Oci declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada federal: R$ 25 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Pau D'arco (PA) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.30760,9%
- Próprio bolsoR$ 4.04839,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 5.70855,1%
- PessoalR$ 4.27541,3%
- ServiçosR$ 3243,1%
- EscritórioR$ 320,3%
- OutrosR$ 160,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Pau D'arco (PA), 2016
Oci: R$ 57,2 por voto (mediana da disputa, R$ 57,2). Quem venceu, Domingos Enfermeiro, gastou R$ 25,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 611; o mais barato, R$ 25,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Oci. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lucimar Assistente Social MDBR$ 11 mil · 18 votosR$ 611
- Novinho PPR$ 8,1 mil · 32 votosR$ 254
- Nubia Nunes PSDBR$ 11 mil · 119 votosR$ 93,9
- Val MDBR$ 9,8 mil · 116 votosR$ 84,8
- Odivair PSDBR$ 8,8 mil · 112 votosR$ 78,1
- Professora Elma PSCR$ 8,8 mil · 145 votosR$ 60,9
- Oci MDBR$ 10 mil · 181 votosR$ 57,2
- Chiquinho Da Agrocampo PSCR$ 8,8 mil · 178 votosR$ 49,4
- Juvenal Do Ferrerinha MDBR$ 8,2 mil · 187 votosR$ 44
- João Paulo PSLR$ 7,7 mil · 234 votosR$ 32,9
- Charles Alves PSLR$ 10 mil · 342 votosR$ 29,8
- Domingos Enfermeiro PSDBR$ 11 mil · 441 votosR$ 25,3
Votos por real
- 2016, vereadora: 17 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2010, deputada federal: 93 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 81 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.