Nono Nonozão
Peolino Ribeiro da Silveira · nasceu em 1935
Nono Nonozão disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Carlos Chagas (MG)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 68 anos, até o fundamental, produtor agropecuario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Nono Nonozão declarou ao TSE R$ 269 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Carlos Chagas (MG) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 13,9 mil5,2%
- EventosR$ 13 mil4,8%
- ServiçosR$ 12,1 mil4,5%
- TransporteR$ 5.9432,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Carlos Chagas (MG), 2004
Nono Nonozão: R$ 52,4 por voto (mediana da disputa, R$ 88,5). Quem venceu, Acássio Vieira, gastou R$ 88,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 96,5; o mais barato, R$ 52,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nono Nonozão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Robinho Do Pt PTR$ 57 mil · 589 votosR$ 96,5
- Acássio Vieira PSDBR$ 502 mil · 5.669 votosR$ 88,5
- Nono Nonozão MDBR$ 269 mil · 5.134 votosR$ 52,4
Votos por real
- 2004, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.