Apuração
Vereadora · 2012 · PRP

Noia

Honorina Xavier Mascarenhas · nasceu em 1968

Noia disputou uma eleição, em 2012, para vereadora (Mulungu do Morro (BA)), pelo PRP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,48← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPRP2012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 44 anos, superior completo, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PRP 44444· direita
    suplente186 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Noia declarou R$ 212,6 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 212,6 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 97.000 na declaração)

Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.

  • NoiaR$ 212,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 212,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. PituaçuR$ 87,7 mil
    Casa
  2. Rua professora lurdes silvaR$ 76,7 mil
    Casa
  3. Rua 7 de setembroR$ 32,9 mil
    Terreno
  4. Loteamento - fazenda santa bárbaraR$ 15,3 mil
    Terreno rural

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Noia declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereadora · Mulungu do Morro (BA) · PRP · suplente

De onde veio

R$ 13,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,8 mil.
  1. PessoasR$ 10 mil72,7%
  2. Próprio bolsoR$ 3.77627,3%

Para onde foi

R$ 13,8 mil
O maior gasto foi com transporte: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,8 mil.
  1. TransporteR$ 8.27259,9%
  2. ServiçosR$ 2.44817,7%
  3. Material impressoR$ 2.00114,5%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 1.0837,8%

Quanto custou cada voto: vereadora, Mulungu do Morro (BA), 2012

Noia: R$ 74,2 por voto (mediana da disputa, R$ 32,8). Quem venceu, Dai, gastou R$ 9,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 549; o mais barato, R$ 9,62.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Noia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Dedé De Zito PDTR$ 12 mil · 21 votosR$ 549
  • Raimundo Da Pousada DEMR$ 8,8 mil · 101 votosR$ 87,3
  • Noia PRPR$ 14 mil · 186 votosR$ 74,2
  • Fernando PTBR$ 9,2 mil · 183 votosR$ 50,2
  • Son AGIRR$ 11 mil · 271 votosR$ 41,7
  • Tampiu PSBR$ 8,7 mil · 222 votosR$ 39,3
  • Aderlito Popular Guincho PSDR$ 8,6 mil · 263 votosR$ 32,8
  • Givanildo PRPR$ 8,9 mil · 321 votosR$ 27,7
  • Mazinha PSDR$ 8,8 mil · 433 votosR$ 20,4
  • Dão DEMR$ 14 mil · 694 votosR$ 19,6
  • Gui Da Cainana PSDR$ 7,8 mil · 407 votosR$ 19,3
  • Dai MDBR$ 4,6 mil · 482 votosR$ 9,62

Votos por real

  • 2012, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.