Fio Bode (nivaldo)
Nivaldo Ferreira da Silva · nasceu em 1975
Fio Bode (nivaldo) se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 4 partidos: PDT (2004), PSDB (2008), PTB (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fio Bode (nivaldo) declarou R$ 21,1 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Fio Bode (nivaldo)R$ 21,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fio Bode (nivaldo) declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 652.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Platina (SP) · PTB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 42972,6%
- PessoasR$ 8113,7%
- Próprio bolsoR$ 8113,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 34057,5%
- Material impressoR$ 25142,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Platina (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,2 por voto. Quem venceu, Betinho, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 49,4; o mais barato, R$ 10,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rogerio Bernini REPUBLICANOSR$ 2,9 mil · 58 votosR$ 49,4
- Carlinhos Da Padaria PSDR$ 2,6 mil · 54 votosR$ 47,5
- Adauto Machado Amigo Do Radio MDBR$ 1,8 mil · 54 votosR$ 33,6
- Joacir Carro PTBR$ 4,4 mil · 177 votosR$ 24,7
- Edmeia Segatelli PSBR$ 1,6 mil · 78 votosR$ 20,1
- Maria Eunice PTBR$ 1,9 mil · 99 votosR$ 19,3
- Clenil PLR$ 2,4 mil · 140 votosR$ 17,2
- Kadu PSBR$ 1,7 mil · 113 votosR$ 15
- Ozeias PLR$ 3,2 mil · 221 votosR$ 14,4
- Magno Pintinho PTBR$ 1,5 mil · 120 votosR$ 12,2
- Jarbas PSDBR$ 1,3 mil · 123 votosR$ 10,8
- Betinho PSDBR$ 1,1 mil · 111 votosR$ 10,2
Votos por real
- 2016, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.