Kadu
Carlos Eduardo da Costa Cassemiro · nasceu em 1982
Kadu se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSB (2004–2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Kadu declarou R$ 72 mil em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- KaduR$ 72 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Kadu declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Platina (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Platina (SP), 2020
Kadu: R$ 6,52 por voto (mediana da disputa, R$ 6,52). Quem venceu, Edméia Segatelli, gastou R$ 3,38 por voto. O voto mais caro custou R$ 419; o mais barato, R$ 3,38.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Kadu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gina PLR$ 2,1 mil · 5 votosR$ 419
- Suzi Manicure PLR$ 5,4 mil · 40 votosR$ 135
- Alexandre Nogueira PSDR$ 1,4 mil · 130 votosR$ 10,9
- Nenê Bode (Evandro) PSDBR$ 1,1 mil · 110 votosR$ 10,4
- Joacir Carro PTBR$ 920 · 105 votosR$ 8,76
- Pintinho PSDBR$ 1 mil · 125 votosR$ 8,28
- Kadu PSDBR$ 567 · 87 votosR$ 6,52
- Betinho PSDBR$ 940 · 155 votosR$ 6,06
- Jarbas PSDBR$ 292 · 52 votosR$ 5,61
- Rosangela Manicure PSDBR$ 358 · 71 votosR$ 5,04
- Carlinhos Da Padaria PSDR$ 333 · 66 votosR$ 5,04
- Edméia Segatelli PSDBR$ 382 · 113 votosR$ 3,38
Votos por real
- 2020, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.