Apuração
Deputado estadual · 2010 · MOBILIZA

Ninguem

Fabiano Campos · nasceu em 1966

Ninguem se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2004PRTB2006MOBILIZA2010MOBILIZA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PL (2002), PRTB (2004), MOBILIZA (2006–2010).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPLPRTBMOBILIZA20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 43 anos, superior incompleto, agente administrativo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    MOBILIZA 33391· centro-direita
    suplente96 votos; 903º mais votado de 942 no estado
  2. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    MOBILIZA 3330· centro-direita
    não eleito784 votos; 363º mais votado de 528 no estado
  3. 2004
    PRTB 28555· direita· na urna, Bidu
    suplente
  4. 2002
    Deputado federal · Minas Gerais
    PL 2252· direita· na urna, Ninguém
    suplente1.765 votos; 237º mais votado de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Ninguem teve 96 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 903º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 45 cidades. Belo Horizonte deu 21,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 68,8%.

96 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 96 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)21 votos21,9%
  2. Juiz de Fora (MG)9 votos9,4%
  3. Conselheiro Lafaiete (MG)8 votos8,3%
  4. Uberlândia (MG)4 votos4,2%
  5. Contagem (MG)3 votos3,1%
  6. Outras 30 cidades30 votos31,3%
As outras 2 eleições para deputado
784 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 784 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)226 votos28,8%
  2. Contagem (MG)61 votos7,8%
  3. Conselheiro Lafaiete (MG)49 votos6,3%
  4. Juiz de Fora (MG)39 votos5%
  5. Divinópolis (MG)28 votos3,6%
  6. Outras 147 cidades269 votos34,3%
1.765 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.765 votos.
  1. Conselheiro Lafaiete (MG)242 votos13,7%
  2. Belo Horizonte (MG)96 votos5,4%
  3. Malacacheta (MG)51 votos2,9%
  4. Oliveira (MG)38 votos2,2%
  5. Lavras (MG)29 votos1,6%
  6. Outras 297 cidades1.086 votos61,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Ninguem declarou R$ 66,8 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 66,8 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 27.000 na declaração)

Declarou 45% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2010.

  • NinguemR$ 66,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 149,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 66,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ninguem declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 4,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Minas Gerais · MOBILIZA · não eleito

De onde veio

R$ 816
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 816
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 22 por voto. Quem venceu, Bilac Pinto, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 784 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.