Niltinho
Ozani de Veras Couto · nasceu em 1975
Niltinho se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2008), DEM (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Niltinho declarou R$ 89,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 150,6 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Niltinho declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Lagoa do Ouro (PE) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 71281,5%
- ServiçosR$ 16218,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Lagoa do Ouro (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 13,6 por voto. Quem venceu, Pedro De Ademilton, gastou R$ 4,41 por voto. O voto mais caro custou R$ 54; o mais barato, R$ 4,41.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Odair Vanderlei REDER$ 8,8 mil · 163 votosR$ 54
- Douglas Lemos REDER$ 7,6 mil · 147 votosR$ 51,8
- Luciano Torres PTR$ 15 mil · 336 votosR$ 45
- Chico Fagundes PSDR$ 9,8 mil · 440 votosR$ 22,2
- Juliane De Ivete Do Sindicato AGIRR$ 6,9 mil · 320 votosR$ 21,5
- Fabio Leite PSBR$ 7,1 mil · 432 votosR$ 16,5
- Espedito Paulino PSBR$ 6 mil · 444 votosR$ 13,6
- Ageilza Couto PSDR$ 6,9 mil · 604 votosR$ 11,4
- Zé Maria Sabino PSBR$ 7 mil · 656 votosR$ 10,7
- Marquinhos Cavalcante DEMR$ 4,7 mil · 626 votosR$ 7,46
- Labujão PSBR$ 2,2 mil · 396 votosR$ 5,44
- Pedro De Ademilton PSBR$ 2,8 mil · 636 votosR$ 4,41
Votos por real
- 2016, vereador: 230 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 190 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.