Chico Fagundes
Francisco Emídio de Melo · nasceu em 1948
Chico Fagundes se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: DEM (2004–2008), PSD (2012–2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 72 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Chico Fagundes declarou R$ 24,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 97 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Chico Fagundes declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lagoa do Ouro (PE) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Lagoa do Ouro (PE), 2020
Mediana da disputa: R$ 275 por voto. Quem venceu, Luciano Torres, gastou R$ 26,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.079; o mais barato, R$ 26,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vânia Da Farmácia PSLR$ 15 mil · 5 votosR$ 3.079
- Larissa Ferreira PSLR$ 16 mil · 14 votosR$ 1.140
- João Vieira PSLR$ 15 mil · 32 votosR$ 453
- Anderson De Nadilson PSLR$ 20 mil · 52 votosR$ 379
- Vanessa Do Lameg PSLR$ 15 mil · 43 votosR$ 358
- Sandro O Boca Rica PSLR$ 14 mil · 52 votosR$ 277
- Renato Da Delegacia PSLR$ 14 mil · 51 votosR$ 275
- Karyne Monteiro PSLR$ 15 mil · 73 votosR$ 210
- Narciso De Nilo PSLR$ 14 mil · 126 votosR$ 114
- Rafael Sabino PSLR$ 16 mil · 370 votosR$ 42,1
- Josias Do Povo PSLR$ 13 mil · 415 votosR$ 30,7
- Luciano Torres PTR$ 15 mil · 550 votosR$ 26,8
Votos por real
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 223 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 219 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.