Apuração
Vereador · 2016 · PL

Nilson Lima

Nilson Rodrigues de Lima · nasceu em 1975

Nilson Lima disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Areiópolis (SP)), pelo PL: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,53← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPL2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Areiópolis (SP)
    PL 22022· direita
    eleito191 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Nilson Lima declarou R$ 519,9 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 519,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 320.000 na declaração)

Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Nilson LimaR$ 519,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 519,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Nilson Lima declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Areiópolis (SP) · PL · eleito

De onde veio

R$ 3.187
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.187.
  1. Próprio bolsoR$ 2.05364,4%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 64820,3%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Antonio Marcos Dos Santos PrefeitoR$ 48615,2%

Para onde foi

R$ 3.187
O maior gasto foi com material impresso: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.187. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Marina Ruiz Ferraz Penedo - EppR$ 1946,1%
  2. ServiçosR$ 1625,1%
  3. EscritórioR$ 421,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Areiópolis (SP), 2016

Nilson Lima: R$ 16,7 por voto (mediana da disputa, R$ 30,7). Quem venceu, Michel Augusto, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,4; o mais barato, R$ 15,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nilson Lima. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Fernandinho SOLIDARIEDADER$ 2,9 mil · 35 votosR$ 83,4
  • Maestro Alexandre PRPR$ 15 mil · 191 votosR$ 78,6
  • Alex Teodoro PATRIOTAR$ 3,6 mil · 49 votosR$ 73,5
  • Lucão PSBR$ 7,1 mil · 193 votosR$ 36,9
  • Zecao REPUBLICANOSR$ 5,3 mil · 165 votosR$ 32,1
  • Pardal PSDBR$ 3,6 mil · 113 votosR$ 31,9
  • Zilma DEMOCRATAR$ 4,4 mil · 143 votosR$ 30,7
  • Miriane Do João Branco CIDADANIAR$ 3,8 mil · 129 votosR$ 29,3
  • Alirio CIDADANIAR$ 5 mil · 181 votosR$ 27,6
  • Professor Chiquita MDBR$ 3,6 mil · 139 votosR$ 26,2
  • Nilson Lima PLR$ 3,2 mil · 191 votosR$ 16,7
  • Michel Augusto CIDADANIAR$ 5,4 mil · 339 votosR$ 15,9

Votos por real

  • 2016, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.