Nilson Areal
Nilson Roberto Areal de Almeida · nasceu em 1962
Nilson Areal se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.
Passou por 2 partidos: PL (2002–2008), PSL (2014).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2014: 52 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014
- 2008
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Nilson Areal teve 2.739 votos para deputado estadual, 1,0% dos votos válidos do estado: 16º lugar entre 329 candidatos.
Recebeu votos em 19 cidades. Sena Madureira deu 65,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Nilson Areal declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Acre em 2008.
- Nilson ArealR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 404,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 645,7 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Casa em alvenariaR$ 323,6 milImóveis
- Caminhote hiluxR$ 188,7 milVeículos, barcos e aeronaves
- Casa em alvenariaR$ 161,8 milImóveis
- Caminhonete L200R$ 148,3 milVeículos, barcos e aeronaves
- Area rural localizada na BR 364R$ 134,8 milBens rurais e animais
- Automovel fiestaR$ 94,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Cota de consorcio não contemplada adquirida atraves do BB…R$ 39,6 milCréditos e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nilson Areal declarou ao TSE R$ 250 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 138 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Sena Madureira (AC) · PL · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 27,3 mil60,6%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para VereadorR$ 17,7 mil39,4%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 26,8 mil59,4%
- OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 10094932000102R$ 17,7 mil39,4%
- PessoalR$ 5351,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Sena Madureira (AC), 2008
Nilson Areal: R$ 4,71 por voto (mediana da disputa, R$ 4,71).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toinha Vieira PSDBR$ 94 mil · 8.229 votosR$ 11,4
- Nilson Areal PLR$ 45 mil · 9.555 votosR$ 4,71
Votos por real
- 2008, prefeito: 212 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 41 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.