Nilo Resende
Nilo Sergio de Resende Neto · nasceu em 1959
Nilo Resende se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002, 2006 e 2010.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, eleito.
Declarou ao TSE em 2010: 51 anos, ensino médio, deputado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010
- 2006
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Nilo Resende teve 27.181 votos para deputado estadual, 0,9% dos votos válidos do estado: 24º lugar entre 539 candidatos.
Recebeu votos em 215 cidades. Quirinópolis deu 24,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,3%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Nilo Resende declarou R$ 4,6 mi em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 2,1 mi acima da inflação.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2010.
- Nilo ResendeR$ 4,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 148,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 11 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Fazenda santo antonio de padua II situada no municipio de…R$ 1,9 miOutros bens imóveis rural
- Casa no residencial fontana di trevi fraca ideal de…R$ 790,1 milOutros bens imóveis
- Fazenda santo antonio de padua i situada no municipio de…R$ 618,1 milOutros bens imóveis rural
- Fazenda agua branca com area de 1168R$ 333,4 milOutros bens imóveis rural
- Apartamento 601 do residencial solar bela vista situano na…R$ 324,3 milApartamento
- 50% De uma aeronave embraer modelo seneca EMB-810D numero…R$ 247,3 milAeronave
- Automovel toyota corolla xei 1.8 a/t 2008/2008 adq. em…R$ 178 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta corrente no banco do brasil S/AR$ 81,7 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Veiculo fiat uno ano 2007/2007 placa nfx 1333 adq. em…R$ 63,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automovel fiat uno mille way ano modelo 09/10 adq. em…R$ 58,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em conta corrente no bradesco S/AR$ 863Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nilo Resende declarou ao TSE R$ 3,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 1,4 milhão.
Campanha a campanha
2010 · Deputado estadual · Goiás · DEM · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 180,1 mil13,4%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 122,2 mil9,1%
- PessoasR$ 26,9 mil2%
Para onde foi
- Pessoal504 pessoas, não nomeadasR$ 559,9 mil41,8%
- EscritórioR$ 43,2 mil3,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.8320,1%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2010
Mediana da disputa: R$ 111 por voto. Quem venceu, Prof. Sônia Chaves, gastou R$ 58 por voto. O voto mais caro custou R$ 336; o mais barato, R$ 58.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Victor Priori PSDBR$ 6 milhões · 17.962 votosR$ 336
- Frederico Nascimento PODER$ 4,1 milhões · 15.538 votosR$ 261
- Chiquinho PDTR$ 2,6 milhões · 11.199 votosR$ 229
- Júlio Da Retifica PSDBR$ 3,5 milhões · 20.066 votosR$ 174
- Neyde Aparecida PTR$ 2,3 milhões · 13.551 votosR$ 169
- Aderaldo CIDADANIAR$ 2,3 milhões · 14.400 votosR$ 162
- Casagrande PPR$ 2,4 milhões · 15.141 votosR$ 156
- Dr. Dirceu PSDBR$ 2,1 milhões · 14.125 votosR$ 148
- Itamar Barreto DEMR$ 3,4 milhões · 24.626 votosR$ 136
- Ridoval Chiareloto PSDBR$ 2,2 milhões · 16.606 votosR$ 134
- Misael PDTR$ 2,6 milhões · 19.973 votosR$ 131
- Henrique Arantes PTBR$ 4,1 milhões · 32.424 votosR$ 125
- Valcenor Braz PTBR$ 2,9 milhões · 23.803 votosR$ 124
- Janio Darrot PSDBR$ 5,3 milhões · 46.004 votosR$ 116
- Honor Cruvinel PSDBR$ 2,6 milhões · 23.063 votosR$ 115
- Ozair PPR$ 2,2 milhões · 20.043 votosR$ 111
- Demilson Lima CIDADANIAR$ 2,1 milhões · 19.085 votosR$ 109
- Marlúcio Pereira PTBR$ 2,2 milhões · 20.204 votosR$ 107
- Ademir Menezes PLR$ 2,9 milhões · 27.585 votosR$ 104
- Nédio PSDBR$ 2,4 milhões · 23.500 votosR$ 102
- Helder Valin PSDBR$ 4,5 milhões · 49.120 votosR$ 91
- Talles Barreto PTBR$ 2,1 milhões · 23.372 votosR$ 88,6
- Iso Moreira PSDBR$ 2,1 milhões · 25.566 votosR$ 83,6
- Jose Vitti PRTBR$ 2,9 milhões · 35.095 votosR$ 81,8
- Waguinho MDBR$ 2,1 milhões · 29.508 votosR$ 72,8
- Daniel Vilela MDBR$ 2,5 milhões · 36.382 votosR$ 67,7
- Cristóvão PTBR$ 2,3 milhões · 36.474 votosR$ 64,3
- Jardel PSDBR$ 2,2 milhões · 34.906 votosR$ 63,2
- Bruno Peixoto MDBR$ 2,2 milhões · 35.424 votosR$ 61,9
- Prof. Sônia Chaves PSDBR$ 2,1 milhões · 35.486 votosR$ 58
Votos por real
- 2010, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 19 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 64 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.