Nicola
Nicola Cortez · nasceu em 1920
Nicola disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Bragança Paulista (SP)), pelo CIDADANIA: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 84 anos, até o fundamental, empresario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Nicola declarou ao TSE R$ 3,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Bragança Paulista (SP) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Bragança Paulista (SP), 2004
Nicola: R$ 0,99 por voto (mediana da disputa, R$ 9,61). Quem venceu, Jesus Chedid, gastou R$ 65,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 65,1; o mais barato, R$ 0,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nicola. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jesus Chedid DEMR$ 2 milhão · 30.596 votosR$ 65,1
- Paulo Mário PLR$ 87 mil · 1.669 votosR$ 52,1
- José De Lima MDBR$ 494 mil · 15.109 votosR$ 32,7
- Rodrigo Moralez PSTUR$ 7,3 mil · 761 votosR$ 9,61
- Jango PSDBR$ 125 mil · 23.552 votosR$ 5,31
- Nicola CIDADANIAR$ 3,8 mil · 3.848 votosR$ 0,99
Votos por real
- 2004, prefeito: 1.009 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.