Nezinho
Manoel Rodrigues Lima · nasceu em 1951
Nezinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Nezinho declarou R$ 132,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2008.
- NezinhoR$ 132,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 51,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 119 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Nezinho declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Presidente Sarney (MA) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Sarney (MA), 2004
Nezinho: R$ 12,4 por voto (mediana da disputa, R$ 12,4). Quem venceu, Pretinho Amorim, gastou R$ 6,16 por voto. O voto mais caro custou R$ 41,5; o mais barato, R$ 6,16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nezinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Luciano PDTR$ 3,4 mil · 81 votosR$ 41,5
- Silas PSCR$ 1,9 mil · 54 votosR$ 35
- Filuca PTBR$ 2,5 mil · 100 votosR$ 25,4
- Orlando PLR$ 2,3 mil · 104 votosR$ 21,9
- Domingos Sá PTBR$ 2,5 mil · 192 votosR$ 13,2
- Nezinho MDBR$ 2,3 mil · 184 votosR$ 12,4
- Uberlan PVR$ 1,8 mil · 151 votosR$ 11,9
- Baxó PSCR$ 1,9 mil · 163 votosR$ 11,6
- Hilton Torres PVR$ 1,8 mil · 233 votosR$ 7,69
- Domingos Borge PTBR$ 1,9 mil · 263 votosR$ 7,18
- Pretinho Amorim PHSR$ 1,9 mil · 307 votosR$ 6,16
Votos por real
- 2004, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.