Apuração
Senador · 2006 · MDB

Ney Moura

Ney Moura Teles · nasceu em 1956

Ney Moura disputou uma eleição, em 2006, para senador (Goiás), pelo MDB: não eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

SenadorPartidoMDB2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2006, não eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 50 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Senador · Goiás
    MDB 151· centro
    não eleito503.203 votos, 18,7%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Ney Moura declarou R$ 3,3 mi em bens, em reais de hoje.

R$ 3,3 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.094.289 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a senador em Goiás em 2006.

  • Ney MouraR$ 3,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 13 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. 1 casa res. na rua 1140R$ 745,6 mil
    Imóveis
  2. aplicação renda fixa no HSBCR$ 671 mil
    Dinheiro e aplicações
  3. casa residencial no loteamento vilas do atlanticoR$ 626,3 mil
    Imóveis
  4. sala comercial nr 700R$ 447,3 mil
    Imóveis
  5. 1 casa na rua alexandrino loboR$ 298,2 mil
    Imóveis
  6. saldo no BancoobR$ 128 mil
    Dinheiro e aplicações
  7. um veículo gm blazer 98R$ 89,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  8. banco itauR$ 79,6 mil
    Dinheiro e aplicações
  9. capital social da CREDISGPAR$ 75 mil
    Empresas e participações
  10. 10 no loteamento parque laguna IIR$ 42,9 mil
    Outros
  11. VGBL no banco itauR$ 29,8 mil
    Dinheiro e aplicações
  12. banco hsbcR$ 15,4 mil
    Dinheiro e aplicações
  13. Restante de uma área de terrenoR$ 14,9 mil
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Ney Moura declarou ao TSE R$ 418 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Senador · Goiás · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 417,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 417,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 123,9 mil29,7%
  2. PartidoR$ 13,1 mil3,1%

Para onde foi

R$ 411,8 mil
O maior gasto foi com escritório: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 411,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 16,8 mil4,1%
  2. EventosR$ 2.2600,5%

Quanto custou cada voto: senador, Goiás, 2006

Ney Moura: R$ 0,82 por voto (mediana da disputa, R$ 0,96). Quem venceu, Marconi Perillo, gastou R$ 4,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 6,13; o mais barato, R$ 0,82.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ney Moura. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, senador: 1.222 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.