Ney Miranda
Lucinei de Oliveira Miranda · nasceu em 1975
Ney Miranda se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PV (2012), PSD (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, ensino médio, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ney Miranda declarou R$ 32,5 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Ney MirandaR$ 32,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ney Miranda declarou ao TSE R$ 5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Iracemápolis (SP) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 35387,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5012,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Iracemápolis (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Pelé, gastou R$ 11 por voto. O voto mais caro custou R$ 53,9; o mais barato, R$ 11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vanessa Curadô PSBR$ 7,4 mil · 137 votosR$ 53,9
- Valzinho Carteiro PTR$ 6,3 mil · 118 votosR$ 53
- Dr. Eduardo Da Fisioterapia PVR$ 5,9 mil · 139 votosR$ 42,4
- Ralf Silva PLR$ 10 mil · 282 votosR$ 37,2
- Missionaria Elaine PSCR$ 13 mil · 425 votosR$ 30,3
- Valdenito Irmão Do Valmir PTR$ 11 mil · 370 votosR$ 28,5
- Professor Perci PC do BR$ 4,7 mil · 189 votosR$ 24,9
- Pedrão Do Noé PVR$ 13 mil · 521 votosR$ 24,9
- Claudinho Cosenza PSDBR$ 13 mil · 520 votosR$ 24,5
- Juca Do Ponto PPR$ 6,3 mil · 279 votosR$ 22,5
- Adailson Baiano PVR$ 5,2 mil · 318 votosR$ 16,2
- Pelé PSBR$ 4 mil · 359 votosR$ 11
Votos por real
- 2016, vereador: 164 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.