Doutor Eduardo da Fisioterapia
Eduardo Augusto Martim · nasceu em 1980
Doutor Eduardo da Fisioterapia se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2012), PV (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Vereador · Iracemápolis (SP)PSC 20000· direita· na urna, Dr. Eduardo da Fisioterapianão eleito179 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Doutor Eduardo da Fisioterapia declarou R$ 74,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 1,5 mi, já descontada a inflação.
Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Doutor Eduardo da FisioterapiaR$ 74,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Doutor Eduardo da Fisioterapia declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Iracemápolis (SP) · PV · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 89772,5%
- Próprio bolsoR$ 34027,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Iracemápolis (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 7,48 por voto. Quem venceu, Braulio Rossetti, gastou R$ 4,42 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,5; o mais barato, R$ 4,42.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Digão PVR$ 6,4 mil · 158 votosR$ 40,5
- Denilson Granço PSDBR$ 2,1 mil · 89 votosR$ 23,5
- Ralf Silva PLR$ 15 mil · 664 votosR$ 22,1
- Professor Perci PDTR$ 2,4 mil · 221 votosR$ 10,8
- Adailson Baiano PODER$ 2,9 mil · 299 votosR$ 9,80
- Claudinho Cosenza PSDBR$ 3,2 mil · 367 votosR$ 8,65
- Dani Do Mercado PODER$ 2,3 mil · 303 votosR$ 7,48
- Professor Roberto Zuza PDTR$ 1,3 mil · 173 votosR$ 7,36
- Jean Ferreira CIDADANIAR$ 1,8 mil · 244 votosR$ 7,33
- Vitor Michel PLR$ 1,4 mil · 205 votosR$ 6,97
- Alailson Da Padaria PSDR$ 1,5 mil · 340 votosR$ 4,55
- Braulio Rossetti PLR$ 2 mil · 448 votosR$ 4,42
Votos por real
- 2020, vereador: 198 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.