Ney de Geraldo Salvina
Gilney Araújo Aguilar · nasceu em 1959
Ney de Geraldo Salvina se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Ney de Geraldo Salvina declarou R$ 625,2 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 300,3 mil acima da inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Ney de Geraldo SalvinaR$ 625,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- 01 (Uma) casa na rua ceará, n. 214 - coronel murta-mgR$ 263 milCasa
- 01 (Um) sítio (paraíso) com 38,7 hectares - coronel murta-mgR$ 263 milTerra nua
- 01 (Um) terreno na rua olaria, S/N - coronel murta-mgR$ 65,7 milTerreno
- 16 Cabeças de gadoR$ 20,8 milRebanho e animais
- 01 (Uma) motocicleta honda cg 150 2006R$ 7.669Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Trabalho como vereadorR$ 5.040Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ney de Geraldo Salvina declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 2,2 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Coronel Murta (MG) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.86986,9%
- PessoasR$ 21710,1%
- PartidoR$ 653%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.43666,8%
- TransporteR$ 49823,2%
- PessoalR$ 21710,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Murta (MG), 2012
Ney De Geraldo Salvina: R$ 16,5 por voto (mediana da disputa, R$ 23,7). Quem venceu, Clésio Freire, gastou R$ 4,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 4,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ney De Geraldo Salvina. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé De Otacílio PPR$ 4,9 mil · 41 votosR$ 119
- Helena Queiroz PSDBR$ 9,2 mil · 78 votosR$ 118
- Preto Da Barra MDBR$ 2,5 mil · 22 votosR$ 114
- Darlany PPR$ 5,5 mil · 171 votosR$ 32,1
- Maria De Alemão MOBILIZAR$ 2,7 mil · 89 votosR$ 30,5
- Moisés De Ouro Fino MDBR$ 2,9 mil · 119 votosR$ 24,3
- Almir Da Barra REPUBLICANOSR$ 2,6 mil · 111 votosR$ 23,7
- Ney De Geraldo Salvina DEMR$ 2,2 mil · 130 votosR$ 16,5
- João Bosco Preto MOBILIZAR$ 1,9 mil · 245 votosR$ 7,81
- Ailton De Dovinha MDBR$ 3,1 mil · 434 votosR$ 7,19
- Chico De Maurício PPR$ 2,3 mil · 393 votosR$ 5,73
- Clésio Freire MDBR$ 1,7 mil · 369 votosR$ 4,70
Votos por real
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.