Apuração
Vereador · 2020 · PTB

Nevitom Cabeceira

Nevitom Borges da Costa · nasceu em 1973

Nevitom Cabeceira se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,22← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016CIDADANIA2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2016), PTB (2020).

VereadorPartidoCIDADANIAPTB201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Campanha (MG)
    PTB 14444· centro-direita
    suplente190 votos
  2. 2016
    Vereador · Campanha (MG)
    CIDADANIA 23456· centro· na urna, Nevitom Cabeçeira
    eleito190 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Nevitom Cabeceira declarou R$ 178,1 mil em bens, em reais de hoje: 8,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 968,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 178,1 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 124.000 na declaração)

Declarou 8,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Nevitom CabeceiraR$ 178,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 178,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Uma casa residencial sito à alameda carmita ximenesR$ 143,6 mil
    Casa
  2. Um automóvel fiat strada adventueR$ 28,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Uma motocicleta honda bros 125R$ 2.873
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Um automóvel VW variant 1600R$ 2.873
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nevitom Cabeceira declarou ao TSE R$ 6,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Campanha (MG) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 1.095
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.095
O maior gasto foi com material impresso: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.095.
  1. Material impressoR$ 95487,1%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 14212,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Campanha (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 19,6 por voto. Quem venceu, Rodrigo Villamarim, gastou R$ 5,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 566; o mais barato, R$ 5,04.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Meire Silveira REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 5 votosR$ 566
  • Joice Da Cohab REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 12 votosR$ 236
  • Glauco Figueiredo REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 28 votosR$ 101
  • Toninho Leopoldino PSBR$ 7,1 mil · 197 votosR$ 36,2
  • Janta REPUBLICANOSR$ 9,9 mil · 307 votosR$ 32,3
  • Daniela Do Laboratório PSDR$ 1,9 mil · 65 votosR$ 29,1
  • Guilherme Pittigliani REPUBLICANOSR$ 3,4 mil · 173 votosR$ 19,6
  • Ananias PSBR$ 2,7 mil · 171 votosR$ 15,7
  • Rodriguinho Da Van PTBR$ 2,1 mil · 268 votosR$ 7,88
  • Pussa REPUBLICANOSR$ 2,2 mil · 313 votosR$ 7,04
  • Pedrinho Do Alvorada PATRIOTAR$ 1,4 mil · 266 votosR$ 5,32
  • Rodrigo Villamarim PDTR$ 1,8 mil · 352 votosR$ 5,04

Votos por real

  • 2020, vereador: 173 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.