Neno
Francisco Ventura · nasceu em 1946
Neno se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2004–2008), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, até o fundamental, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Neno declarou R$ 488,7 mil em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- NenoR$ 488,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Chacara vô nenoR$ 406,2 milOutros bens imóveis
- Uma casa residencial na rua dr pedro de toledo 661R$ 81,2 milCasa
- Banco do brasilR$ 640Dinheiro em espécie
- Banco brasilR$ 640Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Neno declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Piquerobi (SP) · PV · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.45752,9%
- Próprio bolsoR$ 1.29547,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.46553,2%
- Material impressoR$ 64023,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 48617,6%
- ServiçosR$ 1625,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Piquerobi (SP), 2016
Neno: R$ 33,6 por voto (mediana da disputa, R$ 20). Quem venceu, Arnaldo Alves, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 181; o mais barato, R$ 11,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Neno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Juce PSDBR$ 4,7 mil · 26 votosR$ 181
- Tuca Palmeira PSDBR$ 3,9 mil · 25 votosR$ 156
- Dilma Do Mané PSDBR$ 3,5 mil · 45 votosR$ 78,9
- Neno PVR$ 2,8 mil · 82 votosR$ 33,6
- Gilberto Bonini PSDBR$ 4 mil · 176 votosR$ 22,9
- Mane Costa DEMR$ 3 mil · 145 votosR$ 20,8
- Joelma PTR$ 3,2 mil · 162 votosR$ 20
- Jocimar Giacomeli PSDBR$ 3,9 mil · 204 votosR$ 19
- Ademir Raysaro PSDBR$ 2,2 mil · 171 votosR$ 12,8
- Ze Vergani MDBR$ 2,8 mil · 228 votosR$ 12,1
- Beto Luchetta PTBR$ 3,8 mil · 320 votosR$ 11,9
- Arnaldo Alves PSDBR$ 1,8 mil · 160 votosR$ 11,2
Votos por real
- 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 56 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.