Nene Gonçalves
Antonio Carlos Fernandes Gonçalves · nasceu em 1965
Nene Gonçalves se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 46 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Cajamar (SP)PSB 45· centro-esquerda· na urna, Nenê GonçalvesNa chapa de Daniel Fonsecachapa eleita14.778 votos da chapa, 65,8%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Nene Gonçalves declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 804,6 mil acima da inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2012.
- Nene GonçalvesR$ 1,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 473,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 590,4 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 9 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Sito a rua comendador hermes traldiR$ 1,2 miApartamento
- Com benfeitorias lote 15R$ 182,6 milTerreno
- Caminhão mercedes bens ano 1995R$ 142,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Rua avaré, 50 - guaturinho - cajamar - SPR$ 120,5 milCasa
- Sito a rua avaréR$ 109,6 milCasa
- VW cross fox ano 2008R$ 105,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- GM celta ano 2011R$ 61,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- GM caminhonete ano 1961R$ 17,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Cotas de capital da firma ae gonçalves servicos LTDAR$ 2.191Ações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Nene Gonçalves declarou ao TSE R$ 60 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 51 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Cajamar (SP) · PSB · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 4.65551,8%
- Próprio bolsoR$ 4.33248,2%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 4.53850,5%
- EscritórioTudo de Antonio Carlos Fernandes GoncalvesR$ 4.33248,2%
- TransporteR$ 1171,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cajamar (SP), 2012
Nene Gonçalves: R$ 3,73 por voto (mediana da disputa, R$ 6,38). Quem venceu, Paula Ribas, gastou R$ 19,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 19,5; o mais barato, R$ 3,73.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nene Gonçalves. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Paula Ribas PTR$ 278 mil · 14.245 votosR$ 19,5
- Dr. Rogerio Veterinario PSOLR$ 34 mil · 5.349 votosR$ 6,38
- Nene Gonçalves PSBR$ 9 mil · 2.411 votosR$ 3,73
Votos por real
- 2012, prefeito: 268 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.