Nelson Vidi
Nelson Luiz Vidi · nasceu em 1967
Nelson Vidi se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: PP (2004), MDB (2016–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Nelson Vidi declarou R$ 332,8 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 249 mil acima da inflação.
Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Nelson VidiR$ 332,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Aplicações financeirasR$ 149,5 milOutras aplicações
- Um caminhão Foton 2012R$ 104,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automóvel Saveiro 2011R$ 49,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automóvel Corsa 2006R$ 17,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Em poder do declaranteR$ 6.628Dinheiro em espécie
- Uma motocicleta 2006R$ 4.419Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nelson Vidi declarou ao TSE R$ 8,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,7 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Ciríaco (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.32754,8%
- Próprio bolsoR$ 1.09445,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.08854,9%
- ServiçosR$ 65633,1%
- OutrosR$ 23812%
Quanto custou cada voto: vereador, Ciríaco (RS), 2024
Nelson Vidi: R$ 17,9 por voto (mediana da disputa, R$ 10,6). Quem venceu, Quexo, gastou R$ 5,10 por voto. O voto mais caro custou R$ 228; o mais barato, R$ 5,10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelson Vidi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nazarethi MDBR$ 2,7 mil · 12 votosR$ 228
- Jaqueline PTR$ 1,7 mil · 17 votosR$ 99,4
- Gio MDBR$ 2,7 mil · 31 votosR$ 88,2
- Analu MDBR$ 2,7 mil · 72 votosR$ 38
- Nelson Vidi MDBR$ 2 mil · 111 votosR$ 17,9
- Sadizinho PTR$ 2,1 mil · 152 votosR$ 13,8
- Mateus PTR$ 2,1 mil · 198 votosR$ 10,6
- Everton PTR$ 2,3 mil · 286 votosR$ 7,90
- Jolderio Moresco MDBR$ 2,1 mil · 280 votosR$ 7,48
- Ary Segala PTR$ 1,7 mil · 228 votosR$ 7,41
- Willian Lopes MDBR$ 2,1 mil · 312 votosR$ 6,71
- Quexo MDBR$ 2,1 mil · 411 votosR$ 5,10
Votos por real
- 2024, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 175 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.