Apuração
Vereador · 2016 · PSD

Nelson Soler

nasceu em 1946

Nelson Soler se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008PL2012PSD2016PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: MDB (2004), PL (2008), PSD (2012–2016).

VereadorPartidoMDBPLPSD2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 70 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Tabatinga (SP)
    PSD 55123· direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Tabatinga (SP)
    PSD 55123· direita
    suplente182 votos
  3. 2008
    Vereador · Tabatinga (SP)
    PL 22123· direita
    eleito246 votos
  4. 2004
    Vereador · Tabatinga (SP)
    MDB 15222· centro· na urna, Nelsinho Soler
    suplente264 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Nelson Soler declarou R$ 30,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 21,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 30,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 18.500 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Nelson SolerR$ 30,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 30,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Nelson Soler declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Tabatinga (SP) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 3.212
2,6% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.212.
  1. Próprio bolsoR$ 1.96761,2%
  2. Outros candidatosR$ 1.11734,8%
  3. Fundo partidárioR$ 832,6%
  4. PessoasR$ 451,4%

Para onde foi

R$ 3.212
O maior gasto foi com material impresso: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.212.
  1. Material impressoR$ 2.00962,6%
  2. ServiçosR$ 85526,6%
  3. EscritórioR$ 34810,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Tabatinga (SP), 2016

Nelson Soler: R$ 20,6 por voto (mediana da disputa, R$ 13,5). Quem venceu, Vando Carvalho, gastou R$ 8,12 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,9; o mais barato, R$ 8,12.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelson Soler. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Murare REPUBLICANOSR$ 4,1 mil · 87 votosR$ 46,9
  • Pipoli PVR$ 5,2 mil · 137 votosR$ 38
  • Mello DEMR$ 6,5 mil · 226 votosR$ 28,9
  • Mariangela Aravequia PSDBR$ 4,1 mil · 195 votosR$ 21,3
  • Nelson Soler PSDR$ 3,2 mil · 156 votosR$ 20,6
  • Marcio Carneiro PPR$ 2,6 mil · 141 votosR$ 18,5
  • Careca PSDBR$ 2,5 mil · 185 votosR$ 13,5
  • João Careca PTBR$ 3 mil · 292 votosR$ 10,2
  • Lau PTBR$ 2,7 mil · 273 votosR$ 10
  • Genésio DEMR$ 2,7 mil · 280 votosR$ 9,79
  • Mario De Marqui MDBR$ 3,4 mil · 352 votosR$ 9,63
  • Vando Carvalho DEMR$ 3,4 mil · 417 votosR$ 8,12

Votos por real

  • 2016, vereador: 49 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 222 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 264 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.