Nelson Rogalski
Nelson Henrique Rogalski · nasceu em 1953
Nelson Rogalski se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nelson Rogalski declarou R$ 603,3 mil em bens, em reais de hoje: 8,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 420,5 mil acima da inflação.
Declarou 8,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Nelson RogalskiR$ 603,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma edificação resid. de alvenaria com àrea total de 349R$ 218,6 milCasa rural
- Aplicações renda fixa banrisul S/AR$ 195,6 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Um veículo mitsubishi outlander 2.0 4X2 cvtR$ 172,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma fração de terras de cultura de parte do lote rural n…R$ 13 milTerra nua
- Conta corrente caixa econômica federalR$ 3.555Conta corrente no país
- Caderneta poupança no banrisul S/A CNPJ 92.702.067/0001-96R$ 494Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nelson Rogalski declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Getúlio Vargas (RS) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.85846,7%
- Fundo partidárioR$ 4.74445,6%
- PessoasR$ 8107,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.10058,6%
- ServiçosR$ 2.18321%
- TransporteR$ 2.12920,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Getúlio Vargas (RS), 2016
Nelson Rogalski: R$ 25,7 por voto (mediana da disputa, R$ 25,3). Quem venceu, Soccol De Formiga, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,9; o mais barato, R$ 10,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelson Rogalski. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Denilson Kiel PSBR$ 9,5 mil · 183 votosR$ 51,9
- Anselmo Loss PSDBR$ 9,2 mil · 219 votosR$ 42
- Ivonete Delfino PPR$ 11 mil · 348 votosR$ 32,5
- Nelson Rogalski PPR$ 10 mil · 405 votosR$ 25,7
- Cleonice MDBR$ 7,9 mil · 307 votosR$ 25,6
- Daniel Fernandez PPR$ 9,8 mil · 389 votosR$ 25,3
- Eloi Nardi PPR$ 11 mil · 420 votosR$ 25,1
- Dinarte Farias PPR$ 8,8 mil · 448 votosR$ 19,6
- Karpinski MDBR$ 10 mil · 713 votosR$ 14,5
- Aquiles Pessoa Da Silva PPR$ 8 mil · 753 votosR$ 10,6
- Soccol De Formiga PTBR$ 8,1 mil · 795 votosR$ 10,1
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.