Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Nelson Monego

Nelson Tomaz de Aquino · nasceu em 1967

Nelson Monego disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Itanhomi (MG)), pelo PDT: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,22← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPDT2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Itanhomi (MG)
    PDT 12000· centro-esquerda
    eleito307 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Nelson Monego declarou R$ 56,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 56,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 35.000 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Nelson MonegoR$ 56,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 56,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Nelson Monego declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Itanhomi (MG) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 14,7 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 13,9 mil94,9%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Raimundo Francisco Penaforte PrefeitoR$ 7515,1%

Para onde foi

R$ 14,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal19 pessoas, não nomeadasR$ 9.53765%
  2. RepassesR$ 6624,5%
  3. ServiçosR$ 3432,3%
  4. OutrosR$ 2431,7%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 1941,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Itanhomi (MG), 2016

Nelson Monego: R$ 47,8 por voto (mediana da disputa, R$ 58). Quem venceu, Vinicius, gastou R$ 40,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 221; o mais barato, R$ 40,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelson Monego. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Geraldo Gtl Refrigeração MDBR$ 11 mil · 51 votosR$ 221
  • Helinho PDTR$ 13 mil · 62 votosR$ 207
  • Rodrigo Breijao PDTR$ 14 mil · 119 votosR$ 119
  • Adão Neves PSBR$ 14 mil · 152 votosR$ 89,4
  • Vilmar Angelo Alves MDBR$ 13 mil · 159 votosR$ 78,8
  • Dé MDBR$ 14 mil · 220 votosR$ 62
  • Joyce Vanconcelos PDTR$ 11 mil · 187 votosR$ 58
  • Ibanês PSBR$ 11 mil · 204 votosR$ 52,9
  • Nelson Monego PDTR$ 15 mil · 307 votosR$ 47,8
  • Valdir Belicio PDTR$ 10 mil · 224 votosR$ 44,5
  • Bibinha REPUBLICANOSR$ 12 mil · 287 votosR$ 42
  • Vinicius MDBR$ 11 mil · 261 votosR$ 40,9

Votos por real

  • 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.