Nélson Américo da Costa
nasceu em 1947
Nélson Américo da Costa disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Perolândia (GO)), pelo MDB: eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 57 anos, até o fundamental, presidente da republica, ministro de estado, governador e prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Nélson Américo da Costa declarou ao TSE R$ 175 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Perolândia (GO) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 123,1 mil70,5%
- Próprio bolsoR$ 51,5 mil29,5%
Para onde foi
- EventosR$ 32,6 mil18,7%
- EscritórioTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 12,5 mil7,2%
- Pessoal7 pessoas, não nomeadasR$ 11,7 mil6,7%
- PesquisasR$ 1.6290,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Perolândia (GO), 2004
Nélson Américo Da Costa: R$ 151 por voto (mediana da disputa, R$ 59,5).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nélson Américo Da Costa MDBR$ 175 mil · 1.156 votosR$ 151
- Santo PPR$ 50 mil · 845 votosR$ 59,5
Votos por real
- 2004, prefeito: 6,6 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.