Nelson
Nelson Luis da Cunha · nasceu em 1970
Nelson se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Nelson declarou R$ 770,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 739,1 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2016.
- NelsonR$ 770,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 682,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 870,6 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 14 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma casa residencial situada a rua britânia Q.39 lote 06R$ 243,7 milCasa
- Inicio de construção de sala comercial no lote número 6A…R$ 68,2 milConstrução
- Uma moto harley davidson flstfbR$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 65 milDinheiro em espécie
- 50% De uma casa para venda junto a caixa econômica federal…R$ 65 milCasa
- 50% De uma casa para venda junto a caixa econômica federal…R$ 65 milCasa
- Um veículo honda civic lxsR$ 63,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 25 % De uma chácara com área de 6R$ 60,9 milTerreno rural
- Uma moto honda falcon NX-4R$ 18,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/3 Dos lotes 11R$ 16,2 milTerreno
- Um lote número 5 Q.22 rua c 11 loteamento residencial vale…R$ 13 milTerreno
- Um lote número 6R$ 13 milTerreno
- Um lote número 22 Q.24 rua ariovaldo afonso de almeida…R$ 6.499Terreno
- Um lote número 01R$ 6.499Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Nelson declarou ao TSE R$ 157 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 108 mil, 3% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Guapó (GO) · PSB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 79,8 mil73,9%
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 24,9 mil23,1%
- Fundo partidárioR$ 3.2503%
Para onde foi
- EscritórioR$ 1.6221,5%
- RepassesR$ 940,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Guapó (GO), 2016
Nelson: R$ 159 por voto (mediana da disputa, R$ 48,6). Quem venceu, Colemar Cardoso, gastou R$ 53,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 159; o mais barato, R$ 5,57.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nelson PSBR$ 108 mil · 677 votosR$ 159
- Colemar Cardoso PSDBR$ 298 mil · 5.547 votosR$ 53,7
- Luiz Juvencio MDBR$ 159 mil · 3.278 votosR$ 48,6
- Marcelo Coelho AGIRR$ 1,9 mil · 346 votosR$ 5,57
Votos por real
- 2016, prefeito: 6,3 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 54 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.